Representantes de Centros Acadêmicos relatam falta de retorno do DCE e pedem esclarecimentos sobre a qualidade das refeições e as medidas adotadas pela universidade.
A comunidade acadêmica da Universidade Estadual de Maringá (UEM) voltou a cobrar explicações e maior transparência em relação ao funcionamento do Restaurante Universitário (RU). Nos últimos meses, estudantes utilizaram as redes sociais e canais de comunicação para manifestar preocupação com a qualidade das refeições servidas e exigir providências da instituição.
Além das manifestações individuais, representantes de diferentes Centros Acadêmicos afirmam que buscaram diálogo com o Diretório Central dos Estudantes (DCE) para discutir a situação e levar as demandas dos alunos. Segundo esses representantes, até o momento não houve retorno às solicitações encaminhadas.
O episódio reacendeu um debate antigo dentro da universidade sobre a fiscalização dos alimentos, os processos de controle de qualidade e a comunicação entre a administração do restaurante, a comunidade acadêmica e as entidades estudantis.
Outro ponto levantado pelos estudantes diz respeito ao custo das refeições. Atualmente, o Restaurante Universitário da UEM cobra R$ 5 por refeição para estudantes, valor frequentemente citado pela comunidade acadêmica como um dos mais elevados entre os restaurantes universitários de instituições públicas do país.
Diante da repercussão, alunos defendem que a universidade apresente esclarecimentos sobre os protocolos de inspeção, armazenamento e preparo dos alimentos, além das medidas que estão sendo adotadas para garantir a segurança alimentar e restabelecer a confiança dos usuários do restaurante.




