O deputado federal Sandro Alex, filiado ao PSD e candidato ao governo do Paraná, destacou a importância da continuidade das obras estruturantes no estado, durante uma entrevista realizada na última sexta-feira (14) à CBN Maringá. Ele afirmou que, caso eleito, seu foco será aumentar os investimentos em infraestrutura, saúde, segurança e educação.
Acompanhado do deputado estadual Alexandre Curi, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná e também candidato ao Senado, além da jornalista Cristina Graeml, que também concorre ao Senado, Sandro Alex mencionou a duplicação do Contorno Sul de Maringá como uma das principais prioridades para sua gestão. Ele ressaltou que essa obra, que está em fase de liberação para início, será a maior intervenção viária do Paraná, envolvendo a construção de viadutos, pontes e outras estruturas importantes.
O candidato criticou declarações de seus adversários que, segundo ele, sugeriram a revisão de convênios entre o estado e os municípios. "Minha visão é tocar essa obra e levar para frente, finalizar todas as obras e dar andamento às novas", afirmou Sandro Alex.
Na área de rodovias, ele destacou a duplicação da PR-317 entre Maringá e Guarapuava, com previsão de entrega de um trecho até o final de setembro. Além disso, Sandro Alex pretende ampliar a capacidade das rodovias até Santo Inácio e avançar na duplicação da PR-323 até Guaíra. Para Maringá, ele defendeu melhorias nos acessos rodoviários e na mobilidade urbana.
Em relação ao transporte metropolitano, o candidato comentou sobre a proposta do candidato a vice-governador Rafael Greca, que defende a criação de um sistema integrado para a região metropolitana. Sandro Alex enfatizou a necessidade de organizar essa área e discutir um sistema de tarifa única, além de exigir a participação do governo federal no financiamento do transporte público.
Sandro Alex também abordou a situação da saúde, criticando o congelamento da tabela nacional de procedimentos. Ele defendeu a criação de uma tabela própria para o Paraná, com valores mais justos para os custos dos hospitais. "Não dá também para continuar com essa tabela congelada da maneira que está", disse.
Com informações gmconline.com.br




