Lara Marina, a Miss Brasil que teve seu título revogado após a revelação de sua gravidez, alegou estar com dengue para justificar sua ausência em um compromisso do concurso Miss Supranational 2026. A informação foi dada em uma conversa acessada, onde a modelo mencionou que não pôde comparecer a um ensaio fotográfico devido à doença.
Em um áudio enviado aos coordenadores do concurso, Lara explicou que havia se sentido mal na sexta-feira anterior e que, apesar de ter se recuperado um pouco, não estava em condições de participar do ensaio programado. "Hoje tava marcado pra eu fazer a foto com aquele tema de Brasil e tudo mais. Só que, nossa, sexta-feira eu passei um mal, um mal que eu fiquei de cama. Hoje eu consegui dá uma revivida, uma ressuscitada, assim", relatou a miss.
A conversa também trouxe à tona uma nova reviravolta em sua situação, uma vez que Lara já sabia de sua gravidez desde abril, mas inicialmente alegou estar com prisão de ventre. Durante a troca de mensagens, ela sugeriu utilizar um material que estava “parado” e aguardava aprovação para ser usado. O coordenador questionou sobre a natureza de sua doença, ao que Lara respondeu que era dengue, fazendo uma brincadeira sobre a continuidade da doença em 2026.
A situação da ex-Miss Brasil se agravou após a organização do Concurso Nacional de Beleza (CNB) decidir afastá-la do cargo. A decisão ocorreu após a revelação de que Lara havia descumprido um dos requisitos do contrato ao não comunicar sua gravidez. O desligamento foi efetivado pouco depois de sua participação na competição internacional na Polônia, onde ela alcançou a terceira colocação.
Informações indicam que Lara foi informada sobre a perda do título por telefone, quase simultaneamente ao anúncio oficial feito pelo CNB em suas redes sociais. A organização destacou que o desligamento ocorreu em função do não cumprimento das cláusulas contratuais que regem a participação no concurso, especialmente após a descoberta da gravidez da modelo.




