Jovem de Sarandi supera grave acidente e compartilha sua história de fé em Aparecida

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A vida de Beatryz Codonho de Brito, de 21 anos, sofreu uma reviravolta drástica em 31 de agosto de 2025, quando a jovem se envolveu em um grave acidente de moto em Ibiporã, no norte do Paraná. Após ser arremessada na colisão e ficar inconsciente, ela ficou presa em uma cerca de arame farpado, iniciando uma longa jornada de recuperação que incluiu internações, procedimentos médicos, fisioterapia e momentos de incerteza.

Um ano após o acidente, Beatryz decidiu compartilhar sua experiência em Aparecida (SP), onde deixou seu relato na Sala dos Milagres. Para a jovem, a evolução durante o tratamento e a própria sobrevivência são um verdadeiro milagre. Sua trajetória é marcada por uma série de lesões que, a princípio, levantaram dúvidas sobre sua capacidade de andar novamente.

Os primeiros atendimentos foram realizados no Hospital Cristo Rei, em Ibiporã, onde Beatryz foi submetida a uma cirurgia para a colocação de um dreno no tórax devido a uma perfuração no pulmão. Posteriormente, ela foi transferida para o Hospital Universitário de Londrina e, em seguida, para a Santa Casa de Maringá, onde ficou internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Os ferimentos decorrentes do acidente foram severos, incluindo traumatismo torácico, fraturas e deslocamentos de costelas, além de traumatismo craniano e lesões na região cervical e no plexo braquial, que afetam a movimentação e a sensibilidade dos membros superiores. Inicialmente, os médicos alertaram sobre a possibilidade de que a jovem perdesse os movimentos das pernas devido à lesão cervical.

No entanto, Beatryz surpreendeu a todos ao conseguir andar ainda durante sua internação na UTI, desafiando as expectativas em relação à sua recuperação. A jovem atribui sua melhora à fé em Deus e à devoção religiosa. "Sem Deus, Nossa Senhora Aparecida e Santa Rita de Cássia eu não estaria testemunhando esse milagre", afirmou.

A história de Beatryz não se limita ao dia do acidente. Ela continua em sua rotina de reabilitação, na reconstrução dos movimentos e na memória do que ocorreu desde aquele fatídico 31 de agosto. Ao relatar sua experiência em Aparecida, Beatryz não só expressou gratidão, mas TAMBÉM marcou um novo capítulo em sua recuperação, simbolizando a possibilidade de recomeçar após enfrentar um acidente que ameaçou suas habilidades motoras.

Com informações gmconline.com.br

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