Confusão entre Talita Galhardo e Sargento Britto marca ato de campanha no Rio

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No último domingo (27/9), um ato de campanha na Praça do Ó, localizada na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi palco de uma discussão acalorada entre Talita Galhardo, candidata a deputada federal pelo PSDB, e Sargento Britto, candidato a deputado estadual pelo REP. A confusão, que ganhou espaço nas redes sociais, foi marcada por ofensas trocadas entre os dois, sendo interrompida por pessoas que estavam presentes no local.

Em um vídeo que circula na internet, Talita Galhardo expressou que a origem da briga foi uma cobrança relacionada a uma dobrada eleitoral que realizou com Britto. A candidata não hesitou em criticar a postura do Sargento, afirmando que ele a pressionou por dinheiro após ter saído de seu partido. "O policial aspirante a político estava no meu partido, saiu, me pressionou por dinheiro e acha que política é dinheiro", declarou Galhardo.

A candidata também abordou a questão de sua identidade como mulher e vereadora, enfatizando os desafios enfrentados no cenário político. "Sou mulher e sei as dificuldades que passo, mas não recuarei jamais. Chega dessa política nojenta", afirmou. Em seus relatos, Talita mencionou que a situação foi filmada e que tomará as medidas necessárias contra Britto, destacando que ele não representa a Polícia Militar do Rio de Janeiro nem a renovação política.

Por sua vez, Sargento Britto se manifestou sobre a situação, afirmando que não houve violência de sua parte. Ele afirmou que apenas questionou Galhardo sobre a suposta falta de cumprimento de um acordo entre ambos. "Esse foi nosso combinado e aconteceu dela descumprir o que foi posto na mesa", argumentou, ressaltando que não se envolve em práticas políticas corruptas.

Britto se defendeu de acusações de agressão, afirmando que é casado e pai de duas filhas, e que não se considera um agressor. Ele declarou que a discussão foi provocada por Galhardo e que não tolera qualquer forma de violência. "Uma coisa que eu não sou é agressor de mulheres, e brigo contra essa pauta de agressão, feminicídio e violência doméstica", concluiu.

O incidente ocorreu em um momento crítico da campanha, onde os candidatos buscam apoio e visibilidade no cenário político, especialmente com a proximidade das eleições de 2026. A repercussão nas redes sociais e a cobertura da mídia podem influenciar a imagem e a aceitação dos candidatos diante do eleitorado.

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