O ator Sérgio Hondjakoff abordou novamente as acusações de intolerância religiosa que ocorreram durante a formação da Roça da atual edição de "A Fazenda 18". A polêmica surgiu após o artista ter cantado um louvor que foi considerado ofensivo por colegas do reality show, especialmente para as tradições de matriz africana. Durante a transmissão ao vivo, ele afirmou que já havia se desculpado com o povo baiano e com praticantes da Umbanda, mas não vê motivo para pedir perdão aos outros participantes do programa.
Em sua defesa, Sérgio comentou sobre os votos recebidos de Jottapê e Murilo Dias, aproveitando a oportunidade para reiterar seu posicionamento. "Eu pedi desculpa pro povo baiano, pra quem é da religião da Umbanda, africana. Falei que tenho respeito pelo Preto Velho. Não tenho que pedir desculpas a ninguém aqui", declarou o ator, reforçando sua posição sobre o assunto.
Sérgio Hondjakoff também atribuiu a responsabilidade da ofensa à reação das pessoas. "A pessoa que se sentiu ofendida é culpa dela. Ela se sentiu ofendida por causa do cérebro dela. Eu só me ofendo porque quero me ofender", afirmou. Essa análise provocou reações negativas nas redes sociais, aumentando a pressão sobre o ator e suas declarações.
A situação levou a produção do programa a se manifestar sobre o tema. A apresentadora Adriane Galisteu informou que a equipe revisou as imagens de um abraço entre Serginho e Ana Bruna Ávila, que gerou controvérsias entre os confinados. Após análise, a Record decidiu que o episódio não justificava a expulsão do participante, mas Galisteu fez um alerta ao ator sobre suas atitudes e falas. "Sérgio, você precisa tomar muito cuidado com suas atitudes e suas falas, que chegaram muito perto do limite", disse.
As discussões em torno do comportamento de Hondjakoff se intensificaram durante a dinâmica "Pesando o Clima", onde ele recebeu o maior número de apontamentos, totalizando dez, o que o obrigou a carregar dez quilos até a formação da Roça. Críticas foram feitas por Rikardo Negro, Tina Calamba, Murilo Dias e Thaíde, que mencionaram expressões consideradas racistas, atribuídas a ele, como "dança lá seu axé da Bahia" e "pangaré baiano". Ao ser questionado, o ator afirmou que não teve a intenção de ofender e reconheceu ter cantado um louvor que poderia ser visto como desrespeitoso em relação a religiões africanas.




