O Super El Niño 2026 está se intensificando no Oceano Pacífico Equatorial, com previsão de alcançar seu pico entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. Neste período, o fenômeno poderá ocasionar chuvas acima da média na Região Sul do Brasil, além de provocar calor intenso e sequências secas em áreas da Região Norte.
As projeções climáticas indicam que o impacto do El Niño 2026 se estenderá por toda a primavera, verão e parte do outono. No Paraná, as condições climáticas elevam o risco de eventos severos, como temporais, granizo, enxurradas, cheias repentinas e deslizamentos de terra.
O auge do Super El Niño está previsto para iniciar em novembro, com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA, projetando que a temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial pode ultrapassar 2,9°C em relação à média. Nas áreas oceânicas próximas à América do Sul, as anomalias são ainda mais acentuadas, variando entre 2,8°C e 3,7°C.
Desde abril, observou-se um aumento consistente na temperatura do oceano, e em junho foi confirmado que o fenômeno já estava ativo. Para aqueles que buscam informações sobre o início do El Niño 2026, o evento já se encontra em desenvolvimento, com seu período mais intenso previsto para o final da primavera e início do verão.
Os dados de monitoramento indicam uma probabilidade superior a 90% de que o Super El Niño 2026 seja classificado como muito forte entre a primavera e o verão de 2026/2027. Na área de referência utilizada pela NOAA, a temperatura atingiu 1,8°C acima da média, enquanto o Índice Oceânico Relativo do Niño, conhecido como RONI, registrou anomalia de 1,4°C entre junho e agosto.
O boletim do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, o Simepar, divulgado na quinta-feira, 10, alerta para a possibilidade de chuvas acima da média até o verão de 2026/2027. O foco está na distribuição irregular das precipitações, que pode resultar em grandes volumes de chuva concentrados em curtos períodos, aumentando o risco de rajadas de vento, raios, enxurradas e deslizamentos.
Com informações gmconline.com.br




