Pesquisadores que foram ouvidos durante a investigação destacaram a existência de estudos sobre psicografia que são realizados sob rigorosas condições de controle. O psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, da Universidade Federal de Juiz de Fora, explicou que esses estudos buscam evitar qualquer contato prévio entre os médiuns e os familiares durante o processo de produção das mensagens psicografadas.
Apesar das alegações e da investigação em curso, Máira Rocha não aceitou dar entrevista para comentar as acusações levantadas pela reportagem, permanecendo em silêncio sobre os pontos questionados.




